
A cinebiografia Back to Black passou a integrar o catálogo da Netflix, trazendo novamente aos holofotes a trajetória intensa e controversa de Amy Winehouse. Desde o lançamento nos cinemas, o longa divide opiniões entre crítica especializada e público, e agora, no streaming, amplia o alcance dessa discussão.
Dirigido por Sam Taylor-Johnson e estrelado por Marisa Abela, o filme acompanha a ascensão da cantora britânica, destacando o sucesso internacional do álbum que dá nome à produção e o impacto de sua personalidade marcante na indústria musical dos anos 2000.
A recepção crítica foi marcada por avaliações mistas. Parte dos analistas apontou que o roteiro adota uma abordagem mais contida ao tratar dos conflitos pessoais e das dependências que acompanharam a artista, o que teria resultado em um retrato considerado superficial por alguns veículos especializados. Em contrapartida, a performance de Marisa Abela foi um dos pontos altos da obra, especialmente pela entrega emocional nas cenas musicais.
Essa produção funciona como uma oportunidade de revisitar clássicos que eternizaram Amy Winehouse e consolidaram sua posição como uma das vozes mais singulares de sua geração. Ao mesmo tempo, o filme reacende questionamentos sobre os desafios de traduzir para as telas a complexidade de uma artista tão intensa, em que suas obras musicais eram expressadas nela mesmo e em tudo que vivia.
Sua trajetória segue provocando reflexão e emoção e com a estreia no streaming, “Back to Black” ganha uma nova fase de circulação e reforça o interesse contínuo em torno do legado de Amy Winehouse